Entrevista do Presidente LULA ao jornal FOLHA ONLINE:
- FOLHA - Ciro disse que o sr. e FHC foram tolerantes com o patrimonialismo para fazer aliança no Congresso. Ou seja, aceitaram a prática política de usar os bens públicos como privados. "No governo Lula, vi um pouco de novo a mesma coisa", ele disse em entrevista em fevereiro de 2008. Como responde a essa crítica?
-LULA - Qualquer um que ganhar as eleições, pode ser o maior xiita deste país ou o maior direitista, ele não conseguirá montar o governo fora da realidade política. Entre o que se quer e o que se pode fazer, tem uma diferença do tamanho do oceano Atlântico. E o eleitor escolheu seus representantes. Quem ganhar a Presidência amanhã, terá de fazer quase a mesma composição, porque este é o espectro político brasileiro. Não é o espectro do Ciro, do Lula, do FHC, do Serra, da Dilma. Coloque tudo isso na frigideira e perceberá que são os ovos que a galinha botou. São com eles que terá de fazer o omelete.
-FOLHA - Nunca se sentiu incomodado por ter feito alguma concessão?
-LULA - Nunca me senti incomodado. Nunca fiz concessão política. Faço acordo. Uma forma de evitar a montagem do governo é ficar dizendo que vai encher de petista. O que a oposição quer dizer com isso. Era para deixar quem estava. O PSDB e o PFL (hoje DEM) queriam deixar nos cargos quem já estava lá. Quem vier para cá não montará governo fora da realidade política. Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão.
-FOLHA - É isso que explica o sr. ter reatado com Collor, apesar do jogo baixo na campanha de 1989?
-LULA - Minha relação com o Collor é a de um presidente da República com um senador de um partido que faz parte da base da base. Os senadores do PTB têm votado sistematicamente com o governo.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Maconha Indigena
A polícia do estado do Maranhão achou 70.000(setenta mil),pés de maconha em reserva indigena,e que tem ainda extração ilegal de madeira.
Isso tem cheiro de "cara-palida".
Isso tem cheiro de "cara-palida".
O novo concurso do ENEM
O novo concurso doENEM renderá aos cofres do governo LULA R$ 99,9(noventa e nove milhões e quireras)com impressão das provas;no seu total os gastos ultrapassam a casa dos R$ 130.000,000,00(cento e trinta milhões de reais).
Como diria o BÓRIS CASOY,uma vergonha.
Como diria o BÓRIS CASOY,uma vergonha.
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política
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Antonina,projetos e futuros incertos!?
Guaratuba busca financiamento para o turismo
A prefeitura de Guaratuba tem quatro projetos de turismo a espera de financiamento do governo federal.
As programações foram elaboradas pelo Departamento de Turismo e encaminhados ao "Programa de Financiamento de Projetos" do Banco do Brasil.
O projeto "Carnaval 2010 "Banda de Guaratuba" mostra que a prefeitura está antecipando a organização do principal evento turístico da cidade e a valorização do grupo carnavalesco do qual a prefeita Evani Justus faz parte.
O "Natal Caiçara" vai valorizar a cultura local e poderá antecipar em alguns dias o ápice da temporada, que costuma ser na virada do ano. Os demais projetos visam fomentar o turismo da baixa temporada e exploram um segmento importante do mercado turístico a ainda acultura da região: "Feliz Idade, Feliz Cidade" e a "Festa da Integração Cultural Arraial Caiçara”.
De acordo com o departamento de Turismo, o “Arraial Caiçara” vai integrar a cultura de etnias como a italiana, polonesa, alemã com a cultura caiçara. Vai acontecer no período das festas juninas/julinas e poderá ampliar a permanência dos turistas que vêm para a tradicional Festa do Divino.
A prefeitura de Guaratuba tem quatro projetos de turismo a espera de financiamento do governo federal.
As programações foram elaboradas pelo Departamento de Turismo e encaminhados ao "Programa de Financiamento de Projetos" do Banco do Brasil.
O projeto "Carnaval 2010 "Banda de Guaratuba" mostra que a prefeitura está antecipando a organização do principal evento turístico da cidade e a valorização do grupo carnavalesco do qual a prefeita Evani Justus faz parte.
O "Natal Caiçara" vai valorizar a cultura local e poderá antecipar em alguns dias o ápice da temporada, que costuma ser na virada do ano. Os demais projetos visam fomentar o turismo da baixa temporada e exploram um segmento importante do mercado turístico a ainda acultura da região: "Feliz Idade, Feliz Cidade" e a "Festa da Integração Cultural Arraial Caiçara”.
De acordo com o departamento de Turismo, o “Arraial Caiçara” vai integrar a cultura de etnias como a italiana, polonesa, alemã com a cultura caiçara. Vai acontecer no período das festas juninas/julinas e poderá ampliar a permanência dos turistas que vêm para a tradicional Festa do Divino.
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plitica local
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Província da Indonésia "aprova lei do apedrejamento;ja pensou esta lei no BRASIL...
Província indonésia aprova lei que permite apedrejamento:
Uma nova lei aprovada hoje por unanimidade na província de Aceh, na Indonésia, prevê que adúlteros podem ser apedrejados até a morte. A norma determina ainda penas duras para o homossexualismo. O Parlamento regional de Aceh aprovou a lei apesar das fortes críticas de grupos de direitos humanos e do vice-governador provincial. O presidente da Assembleia perguntou aos 69 parlamentares se o projeto poderia virar lei - e eles responderam positivamente de forma unânime. Alguns membros do moderado Partido Democrático tinham objeções, mas nenhum deles votou contra a medida.
A lei reforça as já estritas regras islâmicas da província e passará a valer em 30 dias. A aprovação ocorre duas semanas antes de uma nova Assembleia assumir, liderada pelo moderado Partido de Aceh, após uma forte derrota das siglas muçulmanas conservadoras nas eleições locais. A província de Aceh foi o local no qual o Islã chegou primeiro na Indonésia, vindo da Arábia Saudita séculos atrás. A província tem autonomia parcial do governo. Uma insurgência foi derrotada na região em 2005, pouco após o tsunami no Oceano Índico que matou 130 mil apenas em Aceh (em todo o país, houve quase 230 mil mortes).
Uma versão da lei islâmica (Sharia) foi implementada na província em 2001, proibindo o jogo e o consumo de álcool e obrigando as mulheres a usarem véus. Dezenas de pessoas que não cumpriram as normas foram chicoteadas em praça pública. Mais de 85% dos 240 milhões de habitantes da Indonésia são muçulmanos, mas praticam uma forma mais moderada do Islã e não apoiam interpretações rígidas do Alcorão.
A nova lei também impõe sentenças duras e multas por estupro e pedofilia. Porém o artigo mais contestado prevê que o adultério pode ser punido com um mínimo de 100 chibatadas e a morte por apedrejamento como pena máxima. A homossexualidade pode ser punida com chibatadas em público e mais de oito anos de prisão. O vice-governador da província de Aceh, Muhamad Nazar, disse que, mesmo que se oponha à medida, não tem o poder de barrá-la. "Nós temos de cumprir qualquer lei aprovada", afirmou.
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mundo
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Pré - Sal,fatos e ações.
Origem
É uma camada de sal que está enterrada no fundo do mar e que serviu de tampão para que os organismos microscópicos que se depositaram no mar primordial, formado pelo afastamento dos continentes sul americano e africano, se tornassem petróleo. Antigamente a África e a América do Sul eram unidas, quando a terra, que é feita de camadas móveis, se rompeu, para formar o que é hoje o nosso Oceano Atlântico. Nos primórdios, formaram-se vários mares rasos que receberam algas e microorganismos chamados de fitoplâncton e zooplâncton. Estes, quando morreram, foram enterrados sob o sal formado pela evaporação da água nestes mares rasos, e terras, que os geólogos chamam de sedimentos, também enterraram estes microorganismos que, sob pressão e com o passar do tempo, transformaram-se neste petróleo que hoje é encontrado no sudeste do Brasil.
O conjunto de descobertas situado entre o Rio de Janeiro e São Paulo (Bem-te-vi, Carioca, Guará, Parati, Tupi, Iara, Caramba e Azulão ou Ogun) ficou conhecido como “Cluster Pré-Sal”, pois o termo genérico “Pré-Sal” passou a ser utilizado para qualquer descoberta em reservatórios sob camadas de sal em bacias sedimentares brasileiras. Ocorrências similares, sob o sal podem ser encontradas nas Bacias do Ceará (Aptiano Superior), Sergipe-Alagoas, Camamu, Jequitinhonha, Curumuxatiba e Espírito Santo como no Oeste Africano e no Golfo do México. Sendo que a grande diferença deste último é que o sal é alóctone enquanto o brasileiro e o africano são autóctones (Mohriak et al., 2004).
A título de curiosidade, os nomes que se anunciam das áreas do Pré-Sal, possivelmente não poderão ser os mesmos, pois receberem ao status de campo de produção, os mesmo deverão ser batizados, segundo o artigo 3o da Portaria ANP no 90, com nomes ligados à fauna marinha.
Geologia:
De uma maneira simplificada, o Pré-Sal é um conjunto de reservatórios mais antigos que a camada de sal (halita e anidrita) neoapitiniano que se estende nas Bacias de Campos e Santos desde o Alto Vitória até o Alto de Florianópolis respectivamente. A espessura da camada de sal na porção centro-sul da Bacia de Santos é de aproximadamente 2.000 metros, enquanto na porção norte da bacia de Campo está em torno de 200 metros. A área de ocorrência conhecida destes reservatórios, segundo a Petrobras (2008), é de 112.000 km² dos quais 41.000 km² (38%) já foram licitados e 71.000 km² (62%) ainda por licitar. Este sal foi depositado durante a abertura do oceano Atlântico, após a quebra do Gondwana (Jurássico Superior-Cretáceo) durante a fase de mar raso e de clima semi-árido/árido do Neoapitiniano (1 a 7 M.a.). A análise de um perfil sísmico da Bacia de Santos nos leva a crer que existem ao menos quatro Plays na região: O primeiro referente à fase Drift (turbiditos Terciários similares aos da Bacia de Campos) acima do sal e mais três, abaixo do sal, referentes Pós-Rift (carbonatos e siliciclastos apitinianos de plataforma rasa) e ao Sin-Rift (leques aluviais de conglomerados). Em todos os casos a rocha-geradora é de toda a costa Leste brasileira, a Formação Lagoa Feia. Quando se fala do “Cluster Pré-Sal” na Bacia de Santos, as descobertas foram realizadas no Play Pós-Rift em grandes profundidades com lâminas d’água superiores a 2.000 m e profundidades maiores que 5.000 m, dos quais 2.000 de sal. As rochas geradoras são folhelhos lacustres da Formação Guaratiba (do Barremiano/Aptiano e COT de 4%). O selo são pelitos intraformacionais e obviamente o sal. A literatura científica afirma que os reservatórios encontrados são biolititos cuja origem são estromatólitos da fase de plataforma rasa do Barremiano.
O "Cluster" Pré-Sal.
Extração
A Petrobras afirma já possuir tecnologia suficiente para extrair o óleo da camada. O objetivo da empresa é desenvolver novas tecnologias que possibilitem maior rentabilidade. Em setembro de 2008, a Petrobras começou a explorar petróleo da camada pré-sal em quantidade reduzida. Esta exploração inicial ocorre no Campo de Jubarte (Bacia de Campos), através da plataforma P-34.
Um problema a ser enfrentado pelo país, diz respeito ao ritmo de extração de petróleo e o destino desta riqueza. Se o Brasil extrair todo o petróleo muito rapidamente, este pode se esgotar em uma geração. Se o país se tornar um grande exportador de petróleo bruto, isto pode provocar a sobrevalorização do câmbio, dificultando as exportações e facilitando as importações. Fenômeno conhecido como "mal holandês", que pode resultar no enfraquecimento de outros setores produtivos como a indústria e agricultura.
Administração
O governo considera criar uma nova estatal para administrar os megacampos, que contrataria outras petrolíferas para a exploração, isso porque os custos de exploração e extração são altíssimos. Os motivos alegados no governo para não entregar a região à exploração da Petrobras são a participação de capital privado na empresa e o risco de a empresa tornar-se poderosa demais.
Impacto na legislação vigente
A descoberta das reservas do pré-sal tem provocado grandes debates em todo o país. Muitos defendem novos modelos de regulação para preservar uma parte maior desta riqueza para o país. É provável que estas mudanças ocorram ainda em 2009, já que o marco legal vigente para a exploração de petróleo no Brasil, ainda é lei nº 9478 de 1997 . O Ministério de Minas e Energia apresentou algumas propostas junto ao governo que continuam sendo discutidas.
É uma camada de sal que está enterrada no fundo do mar e que serviu de tampão para que os organismos microscópicos que se depositaram no mar primordial, formado pelo afastamento dos continentes sul americano e africano, se tornassem petróleo. Antigamente a África e a América do Sul eram unidas, quando a terra, que é feita de camadas móveis, se rompeu, para formar o que é hoje o nosso Oceano Atlântico. Nos primórdios, formaram-se vários mares rasos que receberam algas e microorganismos chamados de fitoplâncton e zooplâncton. Estes, quando morreram, foram enterrados sob o sal formado pela evaporação da água nestes mares rasos, e terras, que os geólogos chamam de sedimentos, também enterraram estes microorganismos que, sob pressão e com o passar do tempo, transformaram-se neste petróleo que hoje é encontrado no sudeste do Brasil.
O conjunto de descobertas situado entre o Rio de Janeiro e São Paulo (Bem-te-vi, Carioca, Guará, Parati, Tupi, Iara, Caramba e Azulão ou Ogun) ficou conhecido como “Cluster Pré-Sal”, pois o termo genérico “Pré-Sal” passou a ser utilizado para qualquer descoberta em reservatórios sob camadas de sal em bacias sedimentares brasileiras. Ocorrências similares, sob o sal podem ser encontradas nas Bacias do Ceará (Aptiano Superior), Sergipe-Alagoas, Camamu, Jequitinhonha, Curumuxatiba e Espírito Santo como no Oeste Africano e no Golfo do México. Sendo que a grande diferença deste último é que o sal é alóctone enquanto o brasileiro e o africano são autóctones (Mohriak et al., 2004).
A título de curiosidade, os nomes que se anunciam das áreas do Pré-Sal, possivelmente não poderão ser os mesmos, pois receberem ao status de campo de produção, os mesmo deverão ser batizados, segundo o artigo 3o da Portaria ANP no 90, com nomes ligados à fauna marinha.
Geologia:
De uma maneira simplificada, o Pré-Sal é um conjunto de reservatórios mais antigos que a camada de sal (halita e anidrita) neoapitiniano que se estende nas Bacias de Campos e Santos desde o Alto Vitória até o Alto de Florianópolis respectivamente. A espessura da camada de sal na porção centro-sul da Bacia de Santos é de aproximadamente 2.000 metros, enquanto na porção norte da bacia de Campo está em torno de 200 metros. A área de ocorrência conhecida destes reservatórios, segundo a Petrobras (2008), é de 112.000 km² dos quais 41.000 km² (38%) já foram licitados e 71.000 km² (62%) ainda por licitar. Este sal foi depositado durante a abertura do oceano Atlântico, após a quebra do Gondwana (Jurássico Superior-Cretáceo) durante a fase de mar raso e de clima semi-árido/árido do Neoapitiniano (1 a 7 M.a.). A análise de um perfil sísmico da Bacia de Santos nos leva a crer que existem ao menos quatro Plays na região: O primeiro referente à fase Drift (turbiditos Terciários similares aos da Bacia de Campos) acima do sal e mais três, abaixo do sal, referentes Pós-Rift (carbonatos e siliciclastos apitinianos de plataforma rasa) e ao Sin-Rift (leques aluviais de conglomerados). Em todos os casos a rocha-geradora é de toda a costa Leste brasileira, a Formação Lagoa Feia. Quando se fala do “Cluster Pré-Sal” na Bacia de Santos, as descobertas foram realizadas no Play Pós-Rift em grandes profundidades com lâminas d’água superiores a 2.000 m e profundidades maiores que 5.000 m, dos quais 2.000 de sal. As rochas geradoras são folhelhos lacustres da Formação Guaratiba (do Barremiano/Aptiano e COT de 4%). O selo são pelitos intraformacionais e obviamente o sal. A literatura científica afirma que os reservatórios encontrados são biolititos cuja origem são estromatólitos da fase de plataforma rasa do Barremiano.
O "Cluster" Pré-Sal.
Extração
A Petrobras afirma já possuir tecnologia suficiente para extrair o óleo da camada. O objetivo da empresa é desenvolver novas tecnologias que possibilitem maior rentabilidade. Em setembro de 2008, a Petrobras começou a explorar petróleo da camada pré-sal em quantidade reduzida. Esta exploração inicial ocorre no Campo de Jubarte (Bacia de Campos), através da plataforma P-34.
Um problema a ser enfrentado pelo país, diz respeito ao ritmo de extração de petróleo e o destino desta riqueza. Se o Brasil extrair todo o petróleo muito rapidamente, este pode se esgotar em uma geração. Se o país se tornar um grande exportador de petróleo bruto, isto pode provocar a sobrevalorização do câmbio, dificultando as exportações e facilitando as importações. Fenômeno conhecido como "mal holandês", que pode resultar no enfraquecimento de outros setores produtivos como a indústria e agricultura.
Administração
O governo considera criar uma nova estatal para administrar os megacampos, que contrataria outras petrolíferas para a exploração, isso porque os custos de exploração e extração são altíssimos. Os motivos alegados no governo para não entregar a região à exploração da Petrobras são a participação de capital privado na empresa e o risco de a empresa tornar-se poderosa demais.
Impacto na legislação vigente
A descoberta das reservas do pré-sal tem provocado grandes debates em todo o país. Muitos defendem novos modelos de regulação para preservar uma parte maior desta riqueza para o país. É provável que estas mudanças ocorram ainda em 2009, já que o marco legal vigente para a exploração de petróleo no Brasil, ainda é lei nº 9478 de 1997 . O Ministério de Minas e Energia apresentou algumas propostas junto ao governo que continuam sendo discutidas.
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